Foto: Twitter/ @ClimaInfoNews

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As centenas de praias nordestinas que vêm tendo suas paisagens e seus ecossistemas prejudicados pelo vazamento de petróleo cru não receberam quase nenhuma ação de limpeza e contenção do problema. As manchas de óleo, que trazem uma série de problemas sociais e ambientais, têm origem ainda desconhecida e já apareceram em praias dos 9 estados da região.

Diante da situação, a ONG ambiental Greenpeace publicou no Twitter um vídeo explicando as dificuldades em ajudar na retirada do óleo. “O trabalho de combate ao impacto das manchas de petróleo exige conhecimentos e equipamentos técnicos específicos. Ele tem que ser feito por instituições especializadas e pelos órgãos competentes”, discorre o porta-voz Thiago Almeida, no vídeo.

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Como resposta, também no Twitter, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, publicou uma edição desse trecho do vídeo seguido por imagens que mostram moradores limpando as praias sem nenhum tipo de equipamento específico. A ONG, por sua vez, rebateu com uma segunda parte do vídeo original, em que é dito que voluntários já vêm se unindo a instituições competentes para tentar minimizar os danos com a estrutura disponível.

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As imagens de nordestinos limpando as praias na ausência de equipamento e apoio oficial têm sido divulgadas e aplaudidas na internet desde a semana passada. Embora seja uma atitude nobre, a limpeza pode acarretar riscos à saúde e até ao ambiente, e por isso é dever dos órgãos responsáveis do governo organizar as medidas de combate. Na ausência delas, as movimentações para retirar o óleo das praias se multiplicam na região. Reunimos alguns vídeos, divulgados na rede, que mostram as inúmeras situações em que a população se organizou na tentativa de recuperar as praias.

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