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O consumo de carne bovina no Brasil segue caindo em 2021. Segundo o portal FarmNews, a expectativa é que a demanda pelo produto some 7,73 milhões de toneladas, valor abaixo do recorde observado em 2019, de 7,93 milhões de toneladas. O número, no entanto, mostra leve recuperação frente a 2020.

Na União Europeia, o consumo do alimento também tem caído. Em 2021, é esperado uma demanda total de 7,69 milhões de toneladas, o menor valor ao longo dos últimos 5 anos.

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O cenário no Brasil e Europa, no entanto, contrasta com a demanda mundial do consumo de carne, que deve bater recorde neste ano. Ao todo, mais de 60 milhões de toneladas devem ser consumidas globalmente, o que representa um aumento de 1,6% em relação ao consumo observado em 2020. A estimativa é do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

A China é o país que puxa o aumento do consumo de carne, com cerca de 10,08 milhões de toneladas, alta de 6,3% frente a 2020. Entre 2017 e 2021, o crescimento esperado do consumo de carne bovina chinês é de 39,4%.

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Em paralelo com a redução no consumo de carne em diversos países, a expectativa é de crescimento em relação à demanda por proteínas vegetais. Um relatório da Infiniti Research projeta uma taxa de crescimento anual composta de 9% no período de 2021 a 2025.

Com isso, a projeção é de que o mercado global de proteínas vegetais alcance um valor de R$ 34,34 bilhões até 2025, e principalmente a partir de leguminosas como a soja e a ervilha, além de cereais como o trigo.

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Luísa Fragão
Jornalista e estudante de Ciências Sociais na FFLCH-USP. Vegetariana desde os 16 anos. Acredita que a vida sem crueldade animal é muito mais ética, sustentável e saudável. É subeditora do Portal Veg.