Bruno Cecim/Fotos Públicas

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O jornal britânico The Guardian divulgou uma reportagem na semana passada que aponta um possível crescimento do veganismo na China nos próximos anos. A estimativa é feita por conta de um compromisso estabelecido pelo país em 2016 de reduzir em 50% o seu consumo de carne.

Com isso, a medida deve impulsionar a indústria vegana de proteínas alternativas, em especial as vegetais. A perspectiva de crescimento dessa área é de até 25% ao ano no país. A reportagem ouviu consumidores e empresas chinesas que atuam neste mercado, assim como grandes redes como KFC, Burger King e Starbucks, que buscam fazer frente a essa demanda.

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“Embora a China ainda consuma 28% da carne mundial, incluindo metade de toda a carne suína, e tenha um mercado de carne avaliado em US$ 86 bilhões, os substitutos vegetais de carne estão aos poucos conquistando um lugar para si entre uma nova geração de consumidores cada vez mais alarmada com crises alimentares como o coronavírus e a peste suína africana”, informa a reportagem.

O motivo que levou a China a assinar o compromisso de redução do consumo de carne, em 2016, foi justamente as preocupações com as emissões de carbono e crises alimentares.

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“Os consumidores chineses estão procurando ativamente por produtos mais sustentáveis. Embora a ligação entre a carne e o meio ambiente ainda seja fraca entre a maioria da população, o interesse existe e a China aprende rápido”, observa uma das pessoas ouvidas pelo The Guardian.

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Luísa Fragão
Jornalista e estudante de Ciências Sociais na FFLCH-USP. Vegetariana desde os 16 anos. Acredita que a vida sem crueldade animal é muito mais ética, sustentável e saudável. É subeditora do Portal Veg.