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Muito popular nos Estados Unidos entre os veganos, o suplemento de hemp protein é feito à base de sementes de cânhamo (Cannabis sativa), moídas e prensadas para se tornarem um pó fino. O cânhamo é uma variação da Cannabis que possui no máximo 0,3% de THC (tetrahidrocanabinol), princípio ativo responsável pelo efeito psicoativo da maconha de uso recreativo. Portanto, é uma planta que não induz esse tipo de efeito, e tem quantidade aumentada de fibras e proteínas.

Uma porção de 30 gramas desse tipo de suplemento possui cerca de 15 gramas (em torno de 50%) de proteínas e 120 calorias. Por isso, é uma opção bastante procurada por veganos e vegetarianos que frequentam academias e buscam consumir grandes quantidades de alimentos proteicos.

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A hemp protein possui os nove aminoácidos essenciais que não são produzidos pelo organismo humano e, por isso, precisam ser ingeridos na alimentação. Contudo, não há estudos que confirmam o percentual exato de cada um desses aminoácidos no suplemento.
Apesar de ser bastante procurado, esse tipo de suplemento contém menores quantidades de proteína, se comparado com outros de origem vegetal, como o de soja e o de ervilha. Esses, por sua vez, podem apresentar até 90% de proteína em sua composição, mas são mais processados. O menor processamento se relaciona com a boa digestão da hemp protein: segundo estudos, o organismo consegue digerir até 98% desse suplemento.

Além disso, essa proteína também é rica em fibras gorduras insaturadas, ácidos graxos e minerais, o que aumenta o seu potencial nutritivo. Porém, o seu gosto fortemente terroso pode ser desagradável, de forma que algumas pessoas recomendam o seu consumo com a adição de cacau em pó ou algum semelhante.

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Em geral, a hemp protein é segura para consumo humano, mas pode apresentar alguns efeitos colaterais e não é muito recomendada para mulheres grávidas ou em período de amamentação. É um suplemento bastante nutritivo, mas, em alguns aspectos, pode ser vencido por outras proteínas de origem vegetal. Apesar de ser muito popular nos Estados Unidos, sua comercialização é proibida no Brasil.

*Com informações de Telegraph, Healthline e Hempika.

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